Grito, pra manter coragem.
Cuidado, pra manter e vacilar.
Não existe um bem, nem um mal,
em folhas brancas de papel.
Te ofereço esse doce,
Os dias vacilam,
Profundos, noite a dentro.
Coloridos e vastos.
Sigo e mantenho o equilibrio
De riscar alguns papeis, e arriscar,
No amor, pelo dinheiro, no jogo!
Penetrar fundo nos pensamentos.
Arriscar em correr,
Destacar um objetivo, e manter.
Mudar e mudar.
Virar de lado,mudar e arriscar.
E poder dormir...
"Se estou longe da vida, estou morto.Se estou morto então porque me lembro da vida que vivia alegremente,do outro lado de lá do espelho."
quinta-feira, 26 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Tosse, um dia, uma meta.
Estou morto!...
E longe da vida não sou nada alem de carne
Além mar.
Sobre uma historia, dessas de cantar a ironia.
Devagar
Os passos vacilam, e a vida trás memorias.
...E nada mais, talvez cadaver.
Talvez destino.
Talvez destino...
E longe da vida não sou nada alem de carne
Além mar.
Sobre uma historia, dessas de cantar a ironia.
Devagar
Os passos vacilam, e a vida trás memorias.
...E nada mais, talvez cadaver.
Talvez destino.
Talvez destino...
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Eu pensava em ter uma bicicleta e pedalar até a tua rua...
Pela fumaça desse cigarro
Pelo nosso beijo, transformado em malícia.
Pela audácia tão fugaz em meu peito
Trago, a plenos pulmões, seus olhos.
E dançando tão colados, meu peito junto ao seu.
Crio essa valsa eterna em meus pensamentos,
Cético do meu desejo, acreditando no nosso beijo,
Pronto para o ultimo ano, dessa nossa paisagem de rua.
Brinde esse cigarro comigo
Seja sinestésica, pelo menos uma vez, e comigo.
Te acho bem sincera, e eu preso ao alarde.
As lagrimas presas no canto da boca
A voz rouca grita seu nome.
Algo que rime com amor
Aquele nome preso atrás do paiol
de dia e de noite, preso em meu peito
Triste de emergir e ser só
E sonhar em abrir a porta do meu carro
Em ouvir o estralo do nosso cigarro
E rasgar seu vestido, me encantar com você.
Me embriagar no sorriso, na audácia em ter você.
Pelo nosso beijo, transformado em malícia.
Pela audácia tão fugaz em meu peito
Trago, a plenos pulmões, seus olhos.
E dançando tão colados, meu peito junto ao seu.
Crio essa valsa eterna em meus pensamentos,
Cético do meu desejo, acreditando no nosso beijo,
Pronto para o ultimo ano, dessa nossa paisagem de rua.
Brinde esse cigarro comigo
Seja sinestésica, pelo menos uma vez, e comigo.
Te acho bem sincera, e eu preso ao alarde.
As lagrimas presas no canto da boca
A voz rouca grita seu nome.
Algo que rime com amor
Aquele nome preso atrás do paiol
de dia e de noite, preso em meu peito
Triste de emergir e ser só
E sonhar em abrir a porta do meu carro
Em ouvir o estralo do nosso cigarro
E rasgar seu vestido, me encantar com você.
Me embriagar no sorriso, na audácia em ter você.
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