Se não me faço mais em sutileza
Creio que estou morto
Longe de tudo, da vida,
O que eu quero é distante, ausente,
Novo e incrédulo
Talvez suposto ou cego
Creio que não salvo as meretrizes
Desses elos sem estória
Dessa lembrança sem memoria
Dê esse novo amanhecer claro
Longe das águas mansas, dessas lágrimas,
Dou bastante de mim, que faço do ego,
Algo mais profundo e reconhecível.
Me deleito em sons e cores
Sou incorrigível
De tudo um pouco. Sou oposto.
Ao lado de mim. Sou miragem!
"Se estou longe da vida, estou morto.Se estou morto então porque me lembro da vida que vivia alegremente,do outro lado de lá do espelho."
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Nosso Caminho.
Acorda!
Não sou mais uma desavença no seu mundo.
Nem mais um segundo perdido em seu tempo.
Sou afago feito ao seu lado.
Mais que uma brisa nas rasantes do seu vento.
Disfarça!
Toque uma nota com seu canto divino
Sorria com o seu sorriso preciso.
Não faço mais nada que te magoe
Nada que afronte o palpitar do seu coração.
Maquie!
Toda a graça vinda dos seus olhos
Esses pretos e profundos, com algo que eu entendo como amor.
Seja sinestésica comigo,
Dizendo ao pé do ouvindo todos os segredos e planos pros nossos filhos.
Ouse!
Com seu bem estar matinal
Seu beijo louco, sua caricia, suas intenções.
Diga que me ama mais uma vez,
Me tenha, me abrace,
Com toda a sua lucidez.
Cuida de mim
Deixe que eu cuide de você.
Vamos lembrar daquele sonho que tivemos na noite passada.
Onde nosso tempo era um só,
Nosso amor: um templo, em nossas almas.
Andávamos perto das ondas do mar.
Vendo os leões marinhos e as tartarugas.
Não sou mais uma desavença no seu mundo.
Nem mais um segundo perdido em seu tempo.
Sou afago feito ao seu lado.
Mais que uma brisa nas rasantes do seu vento.
Disfarça!
Toque uma nota com seu canto divino
Sorria com o seu sorriso preciso.
Não faço mais nada que te magoe
Nada que afronte o palpitar do seu coração.
Maquie!
Toda a graça vinda dos seus olhos
Esses pretos e profundos, com algo que eu entendo como amor.
Seja sinestésica comigo,
Dizendo ao pé do ouvindo todos os segredos e planos pros nossos filhos.
Ouse!
Com seu bem estar matinal
Seu beijo louco, sua caricia, suas intenções.
Diga que me ama mais uma vez,
Me tenha, me abrace,
Com toda a sua lucidez.
Cuida de mim
Deixe que eu cuide de você.
Vamos lembrar daquele sonho que tivemos na noite passada.
Onde nosso tempo era um só,
Nosso amor: um templo, em nossas almas.
Andávamos perto das ondas do mar.
Vendo os leões marinhos e as tartarugas.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Ontem, Hoje e Amanhã.
Ontem sonhei com você
Éramos nós
Éramos amor
Éramos nossos filhos, com menos rugas e menos calos.
Éramos a vida crua, com sonhos e esperanças revolucionárias.
Ontem sonhei com você,
Andávamos na Primavera
Éramos o sol, a lua, a terra, a água.
Não sei como dizer...
...Éramos paz!...
Éramos nós
Éramos amor
Éramos nossos filhos, com menos rugas e menos calos.
Éramos a vida crua, com sonhos e esperanças revolucionárias.
Ontem sonhei com você,
Andávamos na Primavera
Éramos o sol, a lua, a terra, a água.
Não sei como dizer...
...Éramos paz!...
domingo, 18 de setembro de 2011
Manha Inocente Mulher
Nessa manha em que descubro o amanhã
Sinto força de te olhar, caminhar até o sol.
Nesse dia em que nos vemos vou me lembrar
E ter saudade , é bom também, ver o amor em você.
E nas ruas cantam as rosas
E os cavalos que impulsionam os homens.
No luar o nosso sonho, escrito com fumaça, pelo nosso cigarro.
E te beijar antes de dormir, querer viver junto a ti.
Caminhar sem mais motivo se não ser você
Olhar as suas pernas e querer te conquistar a cada dia
Ter sua manha, e nas manhãs, acordar ao seu lado.
Com cuidado levantar, fazer o café, e te levar,
Esperando em troca seu sorriso, seu olhar inocente.
E nas ruas cantam as rosas
E os cavalos que impulsionam os homens
No luar o nosso sonho, escrito no desejo de não estarmos sós.
Te beijar antes de dormir, querer viver junto a ti.
Sinto força de te olhar, caminhar até o sol.
Nesse dia em que nos vemos vou me lembrar
E ter saudade , é bom também, ver o amor em você.
E nas ruas cantam as rosas
E os cavalos que impulsionam os homens.
No luar o nosso sonho, escrito com fumaça, pelo nosso cigarro.
E te beijar antes de dormir, querer viver junto a ti.
Caminhar sem mais motivo se não ser você
Olhar as suas pernas e querer te conquistar a cada dia
Ter sua manha, e nas manhãs, acordar ao seu lado.
Com cuidado levantar, fazer o café, e te levar,
Esperando em troca seu sorriso, seu olhar inocente.
E nas ruas cantam as rosas
E os cavalos que impulsionam os homens
No luar o nosso sonho, escrito no desejo de não estarmos sós.
Te beijar antes de dormir, querer viver junto a ti.
domingo, 4 de setembro de 2011
Algumas Horas
Essa hora em que me vejo
Transbordando o peito de desejo.
Não existo sem precisão
Vinte e uma horas de atenção
Vinte e uma horas de atenção
Vinte e uma horas de atenção
Vinte e uma horas de atenção...
No ritmo alucinado dos planetas
No nosso dia espero alguma paixão
Um limite na janela, no varal roupas secas,
Na varanda um segredo pra ser revelado pro imoral.
No intocável disturbio da fala
Me sinto avivo, e bem vivo te creio.
São mais altos (bem mais altos) nossos medos,
É em você que atiro o universo.
Há de ser assim: você
Vem me dizer: "o que há?"
- "Tanto há pra dizer!"
- "Tanto quanto o mar?"
Para: Natália Spila
Transbordando o peito de desejo.
Não existo sem precisão
Vinte e uma horas de atenção
Vinte e uma horas de atenção
Vinte e uma horas de atenção
Vinte e uma horas de atenção...
No ritmo alucinado dos planetas
No nosso dia espero alguma paixão
Um limite na janela, no varal roupas secas,
Na varanda um segredo pra ser revelado pro imoral.
No intocável disturbio da fala
Me sinto avivo, e bem vivo te creio.
São mais altos (bem mais altos) nossos medos,
É em você que atiro o universo.
Há de ser assim: você
Vem me dizer: "o que há?"
- "Tanto há pra dizer!"
- "Tanto quanto o mar?"
Para: Natália Spila
quinta-feira, 28 de julho de 2011
O Meu e o Seu Poema.
Uma vez pensei em te inventar,
Mas estava você ai, diante dos meus olhos.
Sem razão e nem porque sorri,
Sem saber que sorria pra minha metade.
Nossa maça, nosso amor.
Mas estava você ai, diante dos meus olhos.
Sem razão e nem porque sorri,
Sem saber que sorria pra minha metade.
Nossa maça, nosso amor.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Pra você, sempre pra você!
Seu amor começa com A
Eu digo: Venha cá, meu amor.
Maior que a gente só o mundo
O nosso mundo, morada de quem vive.
Você me cativa sem ter dó
Desse coração simples, que cresce e quer ter você.
Somos nostalgicos e unicos
Desenhados no amor, nos muitos muitos que queremos ter.
Nosso amor começa agora.
Enquanto andamos lá fora
Na rua, vazia para nós.
Bem que queremos viver.
Você comigo!
Em um bem estar sós.
Com nossos filhos.
Transbordando de alegria o nosso peito.
Com nosso amor em nós.
Eu digo: Venha cá, meu amor.
Maior que a gente só o mundo
O nosso mundo, morada de quem vive.
Você me cativa sem ter dó
Desse coração simples, que cresce e quer ter você.
Somos nostalgicos e unicos
Desenhados no amor, nos muitos muitos que queremos ter.
Nosso amor começa agora.
Enquanto andamos lá fora
Na rua, vazia para nós.
Bem que queremos viver.
Você comigo!
Em um bem estar sós.
Com nossos filhos.
Transbordando de alegria o nosso peito.
Com nosso amor em nós.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Memórias de dois amores tristes (Ou M e N, respectivamente nessa ordem)
Liberdade,
Mesmo que tardia,
Assim posso pisar no concreto.
Me permitir, e contagiar minha vida,
Com um pouco mais de cores,
E, em meu seio, mais amores.
Posso, noutro dia, me despedaçar.
Despedir da vida seca, da boca seca,
Que beija uma boca molhada, vermelha e ardente.
Não sei quem me disse que o passado não importa.
Que é passado, por isso não importa.
Uma vida deturpada.
Sem um milagre para me salvar, ou uma outra mulher.
Um bem me quer verdadeiro, que almejo,
Me conquistar por inteiro, e que no fundo, me queira.
Extasia!
Uma fantasia concreta que ergue suas mãos.
O cheiro do incenso da paixão.
O ardor e a dor de querer ser feliz
E se contagiar, enquanto dança e canta aquela valsa amanhecida.
Me corrompa querida! E faça de mim um unico bem pra ti.
Vista-se a si mesma, e preencha nossos corações.
Sorria para as saudações das pessoas na rua.
Mas não esqueça de doar seu amor apenas para mim.
Diga sim a vida que quer comigo,
Sem perigo e sem dor. Abrace essa causa,
E reze essa oração de alegria e calor.
E sobre mim,
Lascas de dois amores tristes
Que não sei por onde caminho.
Ou volto com o primeiro, ou arisco um segundo.
Triunfo nos dois.
Somos Cavaleiros, Flores, Cristais e Amores.
Divididos em continentes imaginários,
Em suores e chuvas iguais.
E basta eu repetir as mesmas frutas, os mesmos amores.
Que desenho, no concreto da rua, a solidão.
E dois amores tristes, envoltos de passado, futuro e sofreguidão.
Antes mesmo de me conter ao acaso.
Aconselhar o destino.
Crio esse afago, em mim,
Essa fuga.
Mesmo que tardia,
Assim posso pisar no concreto.
Me permitir, e contagiar minha vida,
Com um pouco mais de cores,
E, em meu seio, mais amores.
Posso, noutro dia, me despedaçar.
Despedir da vida seca, da boca seca,
Que beija uma boca molhada, vermelha e ardente.
Não sei quem me disse que o passado não importa.
Que é passado, por isso não importa.
Uma vida deturpada.
Sem um milagre para me salvar, ou uma outra mulher.
Um bem me quer verdadeiro, que almejo,
Me conquistar por inteiro, e que no fundo, me queira.
Extasia!
Uma fantasia concreta que ergue suas mãos.
O cheiro do incenso da paixão.
O ardor e a dor de querer ser feliz
E se contagiar, enquanto dança e canta aquela valsa amanhecida.
Me corrompa querida! E faça de mim um unico bem pra ti.
Vista-se a si mesma, e preencha nossos corações.
Sorria para as saudações das pessoas na rua.
Mas não esqueça de doar seu amor apenas para mim.
Diga sim a vida que quer comigo,
Sem perigo e sem dor. Abrace essa causa,
E reze essa oração de alegria e calor.
E sobre mim,
Lascas de dois amores tristes
Que não sei por onde caminho.
Ou volto com o primeiro, ou arisco um segundo.
Triunfo nos dois.
Somos Cavaleiros, Flores, Cristais e Amores.
Divididos em continentes imaginários,
Em suores e chuvas iguais.
E basta eu repetir as mesmas frutas, os mesmos amores.
Que desenho, no concreto da rua, a solidão.
E dois amores tristes, envoltos de passado, futuro e sofreguidão.
Antes mesmo de me conter ao acaso.
Aconselhar o destino.
Crio esse afago, em mim,
Essa fuga.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Manga, Azeitona e Bacon
Vai!
E me faça assim presente no seu coração.
Coma os chocolates que te dei.
Sorria, e grite, o mais alto que puder.
Nessa vida, nossa correria, em encontrar nosso lugar.
Tantos no céu, tantos no mar.
Beijos de labios colados, feitos em eu e você.
Em mãos dadas.
Vem trazer juizo, talvez mais um riso,
Um silencio, seguido de um beijo.
Vem trazer o que eu mereço.
Nossa união, nossa liberdade.
Caso haja vida entre nossas afeiçoes.
Existirá nós...
Vai!
E me faça assim presente no seu coração.
E nessa vida, aceite as vidas que te dou.
Sorria, e grite, o mais alto que puder.
Nessa estrada, a procura do véu, em encontrar nosso lugar.
São tantos céus, tantos mares.
E me faça assim presente no seu coração.
Coma os chocolates que te dei.
Sorria, e grite, o mais alto que puder.
Nessa vida, nossa correria, em encontrar nosso lugar.
Tantos no céu, tantos no mar.
Beijos de labios colados, feitos em eu e você.
Em mãos dadas.
Vem trazer juizo, talvez mais um riso,
Um silencio, seguido de um beijo.
Vem trazer o que eu mereço.
Nossa união, nossa liberdade.
Caso haja vida entre nossas afeiçoes.
Existirá nós...
Vai!
E me faça assim presente no seu coração.
E nessa vida, aceite as vidas que te dou.
Sorria, e grite, o mais alto que puder.
Nessa estrada, a procura do véu, em encontrar nosso lugar.
São tantos céus, tantos mares.
sábado, 25 de junho de 2011
Sem porque e nem razão. (ou Para a garota que pode, um dia, aprender aonde por as pernas... mas não comigo)
Ela não sabia com quais acordes cantar,
Mas ditava as frases dos meus poemas.
Ela veio distante e me dominou por inteiro.
Com sonos, sonhos, erros e coragem.
A minha audacia fora silenciada com sua mentira,
que feriu bem no fundo do que um dia eu chamei de amor.
Você nao condiz com o que fomos um dia.
Distante fria, correndo pra vida.
Está sufocada de poemas, porem, lhe digo: "é o que tenho".
"Eles não satisfazem quem devem satisfazer".
Não sei porque choro por você.
Sem nenhuma razão choro.
Não existe o porque de nao viver
Preso ao LAR, que eu te prometi,
e que voce apenas quis chamar de outro nome,
com outra pessoa.
Eu prometo que olharei nos fundos dos seus olhos e lhe direi,
De um modo precipitado e vergonhoso,
Que te amo.
Mas ditava as frases dos meus poemas.
Ela veio distante e me dominou por inteiro.
Com sonos, sonhos, erros e coragem.
A minha audacia fora silenciada com sua mentira,
que feriu bem no fundo do que um dia eu chamei de amor.
Você nao condiz com o que fomos um dia.
Distante fria, correndo pra vida.
Está sufocada de poemas, porem, lhe digo: "é o que tenho".
"Eles não satisfazem quem devem satisfazer".
Não sei porque choro por você.
Sem nenhuma razão choro.
Não existe o porque de nao viver
Preso ao LAR, que eu te prometi,
e que voce apenas quis chamar de outro nome,
com outra pessoa.
Eu prometo que olharei nos fundos dos seus olhos e lhe direi,
De um modo precipitado e vergonhoso,
Que te amo.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Em teu nome (Ou para a garota que não sabia onde por as pernas)
Tudo é tão castanho nos seus olhos
E eu tão blues
Nesse céu, em todo o mundo.
Tudo é tão castanho nos seus olhos
E eu tão blues
Sem meu corpo, que já te dei,
Me preocupo demais com você.
Me preocupo demais com você.
Saiba onde por os sorrisos,
As pernas, o decote, o passo
E a coragem em segurar minhas mãos, e o futuro.
Diga em qual parte da minha vida você veio ficar.
Já não demora mais.
Alguns dias ou mês.
Ontem ou ante ontem
Já não lembro mais.
Beijo suas coxas, com a mesma boca.
Durmo ao seu lado.
Já não imagino outro alguem.
Saiba onde por os seus dias,
Planos e tentações
E me diga o quao grande é sua coragem
Em segurar minhas mãos... e o futuro.
Diga em qual parte da minha vida você veio ficar.
E eu tão blues
Nesse céu, em todo o mundo.
Tudo é tão castanho nos seus olhos
E eu tão blues
Sem meu corpo, que já te dei,
Me preocupo demais com você.
Me preocupo demais com você.
Saiba onde por os sorrisos,
As pernas, o decote, o passo
E a coragem em segurar minhas mãos, e o futuro.
Diga em qual parte da minha vida você veio ficar.
Já não demora mais.
Alguns dias ou mês.
Ontem ou ante ontem
Já não lembro mais.
Beijo suas coxas, com a mesma boca.
Durmo ao seu lado.
Já não imagino outro alguem.
Saiba onde por os seus dias,
Planos e tentações
E me diga o quao grande é sua coragem
Em segurar minhas mãos... e o futuro.
Diga em qual parte da minha vida você veio ficar.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Tulipa
Daquela vez que eu te vi,
Não foi a primeira vez.
Foi mais uma de outras tantas,
de uma vida de muitos olhares.
Minha quietude, quando fico ao seu lado,
É um alarde.
Perto de você nada falo. Me calo!
Viro de lado, querendo seu bem.
Você atravessou meus pensamentos,
E foi algo parecido com uma brisa,
Talvez um devaneio da minha alma.
Me faça presente em você!
Não foi a primeira vez.
Foi mais uma de outras tantas,
de uma vida de muitos olhares.
Minha quietude, quando fico ao seu lado,
É um alarde.
Perto de você nada falo. Me calo!
Viro de lado, querendo seu bem.
Você atravessou meus pensamentos,
E foi algo parecido com uma brisa,
Talvez um devaneio da minha alma.
Me faça presente em você!
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Enjoy!
Naquele dia eu te vi,
Menina,
quanta vontade senti,
daquela vez,
em outra também.
Muita vontade senti,
de vez em quando,
talvez, possa haver,
um vinculo entre você e eu.
Você, bem que tenta me responder,
Sobre o que é o amor,
Eu prefiro não saber,
Talvez cantar, pro lalálá.
Sonhar de vez!
Daqueles que vem e virá
De transformar em poesia.
Talvez devagar,
Talvez te aproveitar.
Me diz o que é reinventar história
De versatilizar memória.
Te dizer o que é a paixão?
Te encontrar no quintal, no fundo do teu nome?
Versalizar um mundo.
Sentir esquentar, esfriar, por nós.
Talvez virá, por enquanto, nem sei.
Dizer, "madrugar", mais uma vez.
Algumas aventuras em silencio.
Compor rimas únicas pra tentar
Reconhecer o valor
Me conter em mi maior
Sair, fingir (que viver é bem melhor)...
Caso algo desminta nossas vidas
Mostraremos o porque de estarmos aqui
De construir canções, imagens mil.
Correr por ai,
Conquistar poesia.
Talvez, por enquanto, ainda exista,
Um olhar de lado,
Um prelado há nos censurar.
Uma vida contida que teima em aproveitar.
Algo de ridicularizar memória,
De cantar, e cantar e cantar,
Pra exoforia lá fora,
Em olhares e apelos,
Algumas vezes pregados em desacreditados sambas.
A casa vazia descansa, e espera por você.
Talvez um quintal lá fora,
Uma bicicleta, um vaso.
Talvez, mas pelo menos, por enquanto,
Sonhar de vez,
Viver senhora.
Amanhecer lá em baixo,
Ouvir um som , ecoando do interior.
Algo que eu possa desenhar...
Algo que eu possa desenhar...
Algo que eu possa desenhar...
Pra você
Ou pra mim
Como poesia.
Algo que eu possa desenhar...
Menina,
quanta vontade senti,
daquela vez,
em outra também.
Muita vontade senti,
de vez em quando,
talvez, possa haver,
um vinculo entre você e eu.
Você, bem que tenta me responder,
Sobre o que é o amor,
Eu prefiro não saber,
Talvez cantar, pro lalálá.
Sonhar de vez!
Daqueles que vem e virá
De transformar em poesia.
Talvez devagar,
Talvez te aproveitar.
Me diz o que é reinventar história
De versatilizar memória.
Te dizer o que é a paixão?
Te encontrar no quintal, no fundo do teu nome?
Versalizar um mundo.
Sentir esquentar, esfriar, por nós.
Talvez virá, por enquanto, nem sei.
Dizer, "madrugar", mais uma vez.
Algumas aventuras em silencio.
Compor rimas únicas pra tentar
Reconhecer o valor
Me conter em mi maior
Sair, fingir (que viver é bem melhor)...
Caso algo desminta nossas vidas
Mostraremos o porque de estarmos aqui
De construir canções, imagens mil.
Correr por ai,
Conquistar poesia.
Talvez, por enquanto, ainda exista,
Um olhar de lado,
Um prelado há nos censurar.
Uma vida contida que teima em aproveitar.
Algo de ridicularizar memória,
De cantar, e cantar e cantar,
Pra exoforia lá fora,
Em olhares e apelos,
Algumas vezes pregados em desacreditados sambas.
A casa vazia descansa, e espera por você.
Talvez um quintal lá fora,
Uma bicicleta, um vaso.
Talvez, mas pelo menos, por enquanto,
Sonhar de vez,
Viver senhora.
Amanhecer lá em baixo,
Ouvir um som , ecoando do interior.
Algo que eu possa desenhar...
Algo que eu possa desenhar...
Algo que eu possa desenhar...
Pra você
Ou pra mim
Como poesia.
Algo que eu possa desenhar...
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Arrisca!
Grito, pra manter coragem.
Cuidado, pra manter e vacilar.
Não existe um bem, nem um mal,
em folhas brancas de papel.
Te ofereço esse doce,
Os dias vacilam,
Profundos, noite a dentro.
Coloridos e vastos.
Sigo e mantenho o equilibrio
De riscar alguns papeis, e arriscar,
No amor, pelo dinheiro, no jogo!
Penetrar fundo nos pensamentos.
Arriscar em correr,
Destacar um objetivo, e manter.
Mudar e mudar.
Virar de lado,mudar e arriscar.
E poder dormir...
Cuidado, pra manter e vacilar.
Não existe um bem, nem um mal,
em folhas brancas de papel.
Te ofereço esse doce,
Os dias vacilam,
Profundos, noite a dentro.
Coloridos e vastos.
Sigo e mantenho o equilibrio
De riscar alguns papeis, e arriscar,
No amor, pelo dinheiro, no jogo!
Penetrar fundo nos pensamentos.
Arriscar em correr,
Destacar um objetivo, e manter.
Mudar e mudar.
Virar de lado,mudar e arriscar.
E poder dormir...
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Tosse, um dia, uma meta.
Estou morto!...
E longe da vida não sou nada alem de carne
Além mar.
Sobre uma historia, dessas de cantar a ironia.
Devagar
Os passos vacilam, e a vida trás memorias.
...E nada mais, talvez cadaver.
Talvez destino.
Talvez destino...
E longe da vida não sou nada alem de carne
Além mar.
Sobre uma historia, dessas de cantar a ironia.
Devagar
Os passos vacilam, e a vida trás memorias.
...E nada mais, talvez cadaver.
Talvez destino.
Talvez destino...
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Eu pensava em ter uma bicicleta e pedalar até a tua rua...
Pela fumaça desse cigarro
Pelo nosso beijo, transformado em malícia.
Pela audácia tão fugaz em meu peito
Trago, a plenos pulmões, seus olhos.
E dançando tão colados, meu peito junto ao seu.
Crio essa valsa eterna em meus pensamentos,
Cético do meu desejo, acreditando no nosso beijo,
Pronto para o ultimo ano, dessa nossa paisagem de rua.
Brinde esse cigarro comigo
Seja sinestésica, pelo menos uma vez, e comigo.
Te acho bem sincera, e eu preso ao alarde.
As lagrimas presas no canto da boca
A voz rouca grita seu nome.
Algo que rime com amor
Aquele nome preso atrás do paiol
de dia e de noite, preso em meu peito
Triste de emergir e ser só
E sonhar em abrir a porta do meu carro
Em ouvir o estralo do nosso cigarro
E rasgar seu vestido, me encantar com você.
Me embriagar no sorriso, na audácia em ter você.
Pelo nosso beijo, transformado em malícia.
Pela audácia tão fugaz em meu peito
Trago, a plenos pulmões, seus olhos.
E dançando tão colados, meu peito junto ao seu.
Crio essa valsa eterna em meus pensamentos,
Cético do meu desejo, acreditando no nosso beijo,
Pronto para o ultimo ano, dessa nossa paisagem de rua.
Brinde esse cigarro comigo
Seja sinestésica, pelo menos uma vez, e comigo.
Te acho bem sincera, e eu preso ao alarde.
As lagrimas presas no canto da boca
A voz rouca grita seu nome.
Algo que rime com amor
Aquele nome preso atrás do paiol
de dia e de noite, preso em meu peito
Triste de emergir e ser só
E sonhar em abrir a porta do meu carro
Em ouvir o estralo do nosso cigarro
E rasgar seu vestido, me encantar com você.
Me embriagar no sorriso, na audácia em ter você.
sábado, 2 de abril de 2011
Para a menina que não aceitou a minha poesia.
Apaguei seu retrato da minha vida,
E é você, que dorme na cama ao lado.
Não quero estar sozinho, porem não quero você,
Distante...Amiga...
À noite, me consome.
Te querer, me consome.
E eu aflito, de ante dos seus olhos, não sei o que dizer.
A vida me consome.
O teu semblante me consome.
Não sei o que fazer, para onde andar.
Não quero saber que não sou nada,
Nem o amarelo da sua vida
Nem o ritmo de sua alma,
A fração da sua risada
Ou o seu palpitar...
Um beijo no rosto.
Meu adeus é meu desgosto, meu sofrimento.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
...
Hoje
Eu descobri,
Enquanto andava, sozinho,
Acompanhando a musica,
Com os meus passos distantes de mim,
O caminho mais distante de ti,
Do que eu posso me lembrar.
Hoje,
Eu descobri,
Enquanto andava,
Descobria memória,
Os lençóis,
E não achei nada
Nem eu,
Nem você,
E nem amor.
sábado, 8 de janeiro de 2011
A Caixa de Pandora
Ultimo beijo, antes de dormir.
Olhos cerrados, fechados. Boca lacrada.
Lagrimas do sono. Sentimento impar.
Dor nos cabelos e livre passagem para o céu,
O amanha é sonho, liberto e novo.
É como eu costumava ninar pra você!
Papeis jogados por todos os lados.
Vivencia par. Novo francês semi-imposto.
Admirar insetos, correr pelas ruas.
Rodopiar o vestido e cantar para o azul...
Grito nostálgico, vida liberta, novo no mesmo lar.
Dia escuro, noite mágica, sentindo o ar vibrar.
Livre corrente, cabeça na alturas, sentimento de voltar,
Dor das preces, sangue novo, livre dia,
Outra altura, outros olhos, outros modelos,
Fala bem interpretada, andar, andar, e andar.
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