quarta-feira, 29 de junho de 2011

Manga, Azeitona e Bacon

Vai!
E me faça assim presente no seu coração.
Coma os chocolates que te dei.
Sorria, e grite, o mais alto que puder.
Nessa vida, nossa correria, em encontrar nosso lugar.
Tantos no céu, tantos no mar.
Beijos de labios colados, feitos em eu e você.
Em mãos dadas.

Vem trazer juizo, talvez mais um riso,
Um silencio, seguido de um beijo.
Vem trazer o que eu mereço.
Nossa união, nossa liberdade.

Caso haja vida entre nossas afeiçoes.
Existirá nós...

Vai!
E me faça assim presente no seu coração.
E nessa vida, aceite as vidas que te dou.
Sorria, e grite, o mais alto que puder.
Nessa estrada, a procura do véu, em encontrar nosso lugar.
São tantos céus, tantos mares.

sábado, 25 de junho de 2011

Sem porque e nem razão. (ou Para a garota que pode, um dia, aprender aonde por as pernas... mas não comigo)

Ela não sabia com quais acordes cantar,
Mas ditava as frases dos meus poemas.
Ela veio distante e me dominou por inteiro.
Com sonos, sonhos, erros e coragem.

A minha audacia fora silenciada com sua mentira,
que feriu bem no fundo do que um dia eu chamei de amor.

Você nao condiz com o que fomos um dia.
Distante fria, correndo pra vida.
Está sufocada de poemas, porem, lhe digo: "é o que tenho".
"Eles não satisfazem quem devem satisfazer".

Não sei porque choro por você.
Sem nenhuma razão choro.
Não existe o porque de nao viver
Preso ao LAR, que eu te prometi,
e que voce apenas quis chamar de outro nome,
com outra pessoa.

Eu prometo que olharei nos fundos dos seus olhos e lhe direi,
De um modo precipitado e vergonhoso,
Que te amo.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Em teu nome (Ou para a garota que não sabia onde por as pernas)

Tudo é tão castanho nos seus olhos
E eu tão blues
Nesse céu, em todo o mundo.
Tudo é tão castanho nos seus olhos
E eu tão blues
Sem meu corpo, que já te dei,
Me preocupo demais com você.
Me preocupo demais com você.

Saiba onde por os sorrisos,
As pernas, o decote, o passo
E a coragem em segurar minhas mãos, e o futuro.
Diga em qual parte da minha vida você veio ficar.

Já não demora mais.
Alguns dias ou mês.
Ontem ou ante ontem
Já não lembro mais.

Beijo suas coxas, com a mesma boca.
Durmo ao seu lado.
Já não imagino outro alguem.

Saiba onde por os seus dias,
Planos e tentações
E me diga o quao grande é sua coragem
Em segurar minhas mãos... e o futuro.
Diga em qual parte da minha vida você veio ficar.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Tulipa

Daquela vez que eu te vi,
Não foi a primeira vez.
Foi mais uma de outras tantas,
de uma vida de muitos olhares.

Minha quietude, quando fico ao seu lado,
É um alarde.
Perto de você nada falo. Me calo!
Viro de lado, querendo seu bem.

Você atravessou meus pensamentos,
E foi algo parecido com uma brisa,
Talvez um devaneio da minha alma.
Me faça presente em você!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Enjoy!

Naquele dia eu te vi,
Menina,
quanta vontade senti,
daquela vez,
em outra também.
Muita vontade senti,
de vez em quando,
talvez, possa haver,
um vinculo entre você e eu.

Você, bem que tenta me responder,
Sobre o que é o amor,
Eu prefiro não saber,
Talvez cantar, pro lalálá.
Sonhar de vez!
Daqueles que vem e virá
De transformar em poesia.
Talvez devagar,
Talvez te aproveitar.

Me diz o que é reinventar história
De versatilizar memória.
Te dizer o que é a paixão?
Te encontrar no quintal, no fundo do teu nome?

Versalizar um mundo.
Sentir esquentar, esfriar, por nós.
Talvez virá, por enquanto, nem sei.
Dizer, "madrugar", mais uma vez.
Algumas aventuras em silencio.
Compor rimas únicas pra tentar
Reconhecer o valor
Me conter em mi maior
Sair, fingir (que viver é bem melhor)...

Caso algo desminta nossas vidas
Mostraremos o porque de estarmos aqui
De construir canções, imagens mil.
Correr por ai,
Conquistar poesia.
Talvez, por enquanto, ainda exista,
Um olhar de lado,
Um prelado há nos censurar.
Uma vida contida que teima em aproveitar.

Algo de ridicularizar memória,
De cantar, e cantar e cantar,
Pra exoforia lá fora,
Em olhares e apelos,
Algumas vezes pregados em desacreditados sambas.

A casa vazia descansa, e espera por você.
Talvez um quintal lá fora,
Uma bicicleta, um vaso.
Talvez, mas pelo menos, por enquanto,
Sonhar de vez,
Viver senhora.
Amanhecer lá em baixo,
Ouvir um som , ecoando do interior.
Algo que eu possa desenhar...
Algo que eu possa desenhar...
Algo que eu possa desenhar...

Pra você
Ou pra mim
Como poesia.
Algo que eu possa desenhar...