Pela fumaça desse cigarro
Pelo nosso beijo, transformado em malícia.
Pela audácia tão fugaz em meu peito
Trago, a plenos pulmões, seus olhos.
E dançando tão colados, meu peito junto ao seu.
Crio essa valsa eterna em meus pensamentos,
Cético do meu desejo, acreditando no nosso beijo,
Pronto para o ultimo ano, dessa nossa paisagem de rua.
Brinde esse cigarro comigo
Seja sinestésica, pelo menos uma vez, e comigo.
Te acho bem sincera, e eu preso ao alarde.
As lagrimas presas no canto da boca
A voz rouca grita seu nome.
Algo que rime com amor
Aquele nome preso atrás do paiol
de dia e de noite, preso em meu peito
Triste de emergir e ser só
E sonhar em abrir a porta do meu carro
Em ouvir o estralo do nosso cigarro
E rasgar seu vestido, me encantar com você.
Me embriagar no sorriso, na audácia em ter você.
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