sábado, 25 de junho de 2011

Sem porque e nem razão. (ou Para a garota que pode, um dia, aprender aonde por as pernas... mas não comigo)

Ela não sabia com quais acordes cantar,
Mas ditava as frases dos meus poemas.
Ela veio distante e me dominou por inteiro.
Com sonos, sonhos, erros e coragem.

A minha audacia fora silenciada com sua mentira,
que feriu bem no fundo do que um dia eu chamei de amor.

Você nao condiz com o que fomos um dia.
Distante fria, correndo pra vida.
Está sufocada de poemas, porem, lhe digo: "é o que tenho".
"Eles não satisfazem quem devem satisfazer".

Não sei porque choro por você.
Sem nenhuma razão choro.
Não existe o porque de nao viver
Preso ao LAR, que eu te prometi,
e que voce apenas quis chamar de outro nome,
com outra pessoa.

Eu prometo que olharei nos fundos dos seus olhos e lhe direi,
De um modo precipitado e vergonhoso,
Que te amo.

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