quinta-feira, 2 de junho de 2011

Enjoy!

Naquele dia eu te vi,
Menina,
quanta vontade senti,
daquela vez,
em outra também.
Muita vontade senti,
de vez em quando,
talvez, possa haver,
um vinculo entre você e eu.

Você, bem que tenta me responder,
Sobre o que é o amor,
Eu prefiro não saber,
Talvez cantar, pro lalálá.
Sonhar de vez!
Daqueles que vem e virá
De transformar em poesia.
Talvez devagar,
Talvez te aproveitar.

Me diz o que é reinventar história
De versatilizar memória.
Te dizer o que é a paixão?
Te encontrar no quintal, no fundo do teu nome?

Versalizar um mundo.
Sentir esquentar, esfriar, por nós.
Talvez virá, por enquanto, nem sei.
Dizer, "madrugar", mais uma vez.
Algumas aventuras em silencio.
Compor rimas únicas pra tentar
Reconhecer o valor
Me conter em mi maior
Sair, fingir (que viver é bem melhor)...

Caso algo desminta nossas vidas
Mostraremos o porque de estarmos aqui
De construir canções, imagens mil.
Correr por ai,
Conquistar poesia.
Talvez, por enquanto, ainda exista,
Um olhar de lado,
Um prelado há nos censurar.
Uma vida contida que teima em aproveitar.

Algo de ridicularizar memória,
De cantar, e cantar e cantar,
Pra exoforia lá fora,
Em olhares e apelos,
Algumas vezes pregados em desacreditados sambas.

A casa vazia descansa, e espera por você.
Talvez um quintal lá fora,
Uma bicicleta, um vaso.
Talvez, mas pelo menos, por enquanto,
Sonhar de vez,
Viver senhora.
Amanhecer lá em baixo,
Ouvir um som , ecoando do interior.
Algo que eu possa desenhar...
Algo que eu possa desenhar...
Algo que eu possa desenhar...

Pra você
Ou pra mim
Como poesia.
Algo que eu possa desenhar...

Nenhum comentário:

Postar um comentário